3 de out. de 2011

Guns N' Roses

Guns N' Roses (por vezes abreviado para G N' R ou GnR) é uma banda de hard rock norte-americana formada em Los Angeles, Califórnia em 1985. A banda, liderada pelo vocalista e co-fundador Axl Rose, passou por várias mudanças de formação e controvérsias desde a sua criação. O Guns N' Roses lançou sete álbuns de estúdio, dois EP, um álbum ao vivo e três DVDs musicais ao longo da sua carreira. O álbum mais recente da banda é Chinese Democracy, lançado em 2008 e o primeiro trabalho com novas faixas desde o The Spaghetti Incident?, de 1993.
Suas canções de maior sucesso são "Welcome to the Jungle", "Paradise City", "Don't Cry", "Sweet Child o' Mine", "Patience", "November Rain" que alcançaram o top 10 da Billboard. Na sua fase nova destacam-se as canções "Chinese Democracy", "Street of Dreams" e "Better", singles do álbum Chinese Democracy.
A banda já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo,[3][4] sendo cerca de 43 milhões somente nos Estados Unidos.[5] O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction[6] vendeu cerca de 28 milhões de cópias no mundo todo, sendo certificado 17 vezes platina pela RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América).[7][8]
O estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo durante uma nova era de dominação do hard rock no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Enquanto o glam metal liderava nas vendas de discos, tabelas de vídeos e rádio, os Guns N' Roses ofereciam um som mais tradicional do rock, e conquistaram muitos fãs, impressionados pela autenticidade entusiasmante.[9]
A banda teve grande sucesso mundial entre 1988 e 1993, mas devido a conflitos de personalidade entre os membros do grupo levou ao fim do alinhamento original. Atualmente, Axl Rose e Dizzy Reed são os únicos membros originais no alinhamento do Guns N' Roses, sendo o vocalista desde 1985 e tecladista desde 1990, respectivamente.
Seu novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23 de Novembro (EUA) e 25 de novembro 2008 no Brasil e já vendeu (10 de junho de 2010) cerca de 7 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias.
O grupo foi formado no início de 1985 pelos membros do Hollywood Rose Axl Rose (vocais) e Izzy Stradlin (guitarra rítmica), membros do L.A. Guns Tracii Guns (guitarra), Ole Beich (baixo) e Robbie Gardner (bateria). A nova banda criou o seu nome através da combinação de dois dos nomes dos membros do grupo. Depois de pouco tempo (vários relatórios indicam apenas 2 ou 3 shows foram feitos com o Guns, Beich & Gardner), o baixista Ole Beich foi substituído por Duff McKagan enquanto a falta de Tracii Guns nos ensaios levou à sua substituição por Slash.
Slash tinha tocado com McKagan no Road Crew e com Stradlin durante um curto período no Hollywood Rose. A nova line-up se reunira rapidamente, mas pouco antes de embarcar em uma turnê, curta o bastante e desorganizada de Sacramento, Califórnia, para a cidade de Duff casa de Seattle, Washington, o baterista Rob Gardner saiu e foi substituído por um amigo de Slash, Steven Adler. A banda, que continuou a ser chamada Guns N' Roses, mesmo depois da partida de Tracii Guns, estabeleceu a sua primeira linha estável até no chamado "Hell Tour". Em uma entrevista, Slash disse: "Isso [viagem para Seattle] é realmente o que consolidou a banda" e estabeleceu a sua química.
A estréia nos palcos da nova formação aconteceu em 6 de Junho de 1986, no conhecido Troubador em Hollywood, para cerca de 150 pessoas. Após isso, a banda seguiu para Seattle onde teve a sua turnê de estreia, conhecida por Hell Tour. Sobre esta turnê do Guns, pode-se afirmar que foi um fracasso, pois no caminho entre Los Angeles e Seattle, a van onde os gunners viajavam quebrou, não restando alternativa a não ser abandonar o veículo e pedir carona. E esta carona, demora mais de dois dias para chegar, atrasando seu primeiro compromisso em Seattle, causando, como consequência, o cancelamento da turnê inicial do Guns N' Roses pelos EUA, fazendo com que Axl e cia vendessem parte do equipamento para voltar para casa.

System of a Down

System of a Down (às vezes abreviado para SOAD) é uma banda de metal armeno-americana formada em Glendale, Califórnia em 1992. É composta por Daron Malakian (guitarra, vocais), Serj Tankian (vocais, teclados), Shavo Odadjian (baixo) e John Dolmayan (bateria). O grupo é conhecido pelas visões políticas e sociais que inserem nas letras de suas canções.
O System of a Down usa uma grande variedade de instrumentos, incluindo guitarra barítona, mandolins elétricos, cítaras, violões de doze cordas entre outros instrumentos asiáticos. Suas principais influências são as bandas mais antigas de rock alternativo, mas eles também foram influenciados pelo heavy metal, punk rock, jazz, fusion, música folk da Armênia, rock, rock clássico, blues e industrial. Em 2006 o grupo entrou em hiato por tempo indeterminado, porém em 29 de novembro de 2010 a banda anunciou a saída de hiato em seu website oficial. Em 2011 se apresentou no Rock in Rio.
Tudo começou quando Serj Tankian conheceu Daron Malakian, em meados de 1992 e formaram uma banda de garagem chamada Soil. A banda era originalmente formada por Serj Tankian, como vocalista e tecladista, Daron Malakian como guitarrista, Dave Hakopyan no baixo e Domingo Laranio na bateria. Neste período eles conheceram Shavo Odadjian. Mais ou menos um ano depois, com apenas um show feito e poucas gravações, Domingo e Dave deixaram a banda, dizendo que esta não iria a lugar nenhum.
Após o final do Soil, em 1994, Serj Tankian e Daron Malakian mudaram o nome da banda para System of a Down, cujo nome foi uma adaptação de um poema feito por Daron chamado "Victims of a Down", pois Shavo achou "System" mais interessante e de maior impacto. Shavo Odadjian, que era o empresário da banda, largou o cargo de gerente de uma casa noturna e entrou nela como baixista, deixando assim, seu lugar de empresário para David "Beno" Benveniste. Pouco depois, o grupo ficava completo com a adição de Andy Khachaturian na bateria. Rapidamente começaram a trabalhar em demos como "P.I.G." ("Mr. Jack" em Steal This Album) e "Flake", tendo feito ainda um cover da canção "The Metro", da banda Berlin, todos estes demos fazem parte da compilação Untitled 1995 Demo Tape. Rumores dizem que além dessas demos, foram gravadas outras, como "Friik!!" (versão de 1995), "36" (versão de 1995) e "Roulette" (com baixo e violão). Nos anos de 1995, 1996 e 1997, eles lançaram três fitas demo com a intenção de promover a banda, na esperança que alguém gostasse de suas músicas e os contratassem.
A primeira fita demo contava com as canções "Suitepee" (tudo junto, diferente da versão final), "Sugar", "DAM" e "P.L.U.C.K.". A segunda fita demo tinha as canções "Honey", "Temper" e "Soil". A terceira fita era composta por "Know", "War?" e "Peep-Hole" (separado por hífen, diferente da versão final). Entre 1994 e 1997, o SOAD fez vários shows em bares e clubes como o Whisky a Go Go, Viper Room e The Palace. Já no ano de 1997, Andy Khachaturian abandona os SOAD com uma lesão na mão sendo substituído por John Dolmayan. Após a performance do novo baterista, ainda sem contrato oficial, em dois concertos realizados em clubes e locais do gênero, o produtor Rick Rubin, ainda sem qualquer compromisso com o grupo, gostou da banda e pediu para manterem contato com ele. Perto do final do ano é gravado mais um demo, mas desta vez com o intuito de ser lançado apenas para as gravadoras - os fãs e restante público só tiveram acesso a este registro anos mais tarde quando foi disponibilizado na Internet, conhecidas como a quarta fita demo.

Evanescence

Evanescence é uma banda de metal alternativo dos Estados Unidos, vencedora de dois Grammy Awards, formada em Little Rock, Arkansas em 1995 pela cantora e pianista Amy Lee e o guitarrista Ben Moody.[1][2] Depois de gravar alguns discos caseiros, a banda lançou o seu primeiro álbum de estúdio, Fallen, com a Wind-up Records, em 2003. Fallen vendeu mais de 17 milhões de cópias em todo o mundo e ajudou a banda a ganhar dois Grammy Awards.[3] Um ano mais tarde, a banda lançou o seu primeiro álbum ao vivo, Anywhere but Home, que vendeu mais de 1.5 milhões de cópias em todo o mundo. O segundo álbum de estúdio, The Open Door, de 2006, vendeu mais de 6 milhões de cópias.[4]
A banda sofreu várias alterações ao longo do tempo, incluindo o co-fundador Moody, que abandonou a banda em 2003 em meio a uma turnê européia - deixando assim Amy Lee como a única restante da formação original, que consistia nos dois -, o baixista Will Boyd em meados de 2006, seguido pelo guitarrista John LeCompt e pelo baterista Rocky Gray em 2007.
Atualmente estão finalizando o terceiro álbum de estúdio, entitulado Evanescence, previsto para 11 de outubro de 2011.[4]
No ano de 1994, em Little Rock, Arkansas, inicia-se a história da banda Evanescence. Ben Moody, com apenas quatorze anos de idade, participava de um acampamento para jovens promovido pela igreja local. Enquanto Ben acompanhava uma partida de basquetebol, percebeu do outro lado do ginásio, num palco, uma garota cantando e tocando ao piano a introdução da canção "I'd Do Anything for Love", do músico americano Meat Loaf.
A jovem, com apenas treze anos, que havia mudado-se recentemente com sua família para Little Rock, chamava-se Amy Lynn Lee. Seus pais, preocupados com o seu isolamento social, haviam encaminhado a garota para aquele acampamento, a fim de que pudesse fazer amizades e integrar-se entre os jovens cristãos da cidade. Mas Amy passava horas ao piano e pouco se interessava em conhecer os demais participantes.
Ao ouvi-la tocando, Ben Moody atravessou a quadra em direção à garota, ao aproximar-se, apresentou-se. Logo começaram a conversar; Amy mostrou a Ben algumas composições de sua autoria e concluíram que tinham a mesma tendência musical. Assim, Ben convenceu Amy a formarem uma banda. A banda, que até aquele momento era formada por apenas Ben, que fazia guitarras, baixo e arranjos eletrônicos; e Amy, responsável pelo piano e vocais; passaram por vários nomes como Childish Intentions e Strycken até resolverem chamar a banda de Evanescence, que significa "desaparecimento" (do verbo latino "evanescere", que significa "desaparecer"). O nome agradou Lee, porque segundo ela "é misterioso e sombrio, e coloca uma imagem na mente das pessoas".[5][6]
Da esquerda para direita: John LeCompt, Amy Lee, Terry Balsamo, Rocky Gray, e Tim McCord.
Influenciados pelo som de artistas como Danny Elfman, Type O Negative, Portishead e Sarah McLachlan, uma das primeiras composições gravadas pela dupla chama se "Understanding", que é definida pelo guitarrista, Ben Moody, como "um gótico ridículo de sete minutos". Mesmo assim, uma emissora de rádio de Little Rock, a KABF, passou a tocá-la num programa co-apresentado por Brad Caviness. Através desta divulgação, a Evanescence foi ganhando reputação e logo tornaram-se conhecidos em Little Rock. Apesar disso, por falta de condições para pagar outros músicos, a dupla ainda não tinha feito nenhuma apresentação ao vivo.
Entre 1997 e 1998, a Evanescence lança demos que levavam apenas quatro faixas, incluindo "October". O primeiro EP, lançado em dezembro de 1998 pela gravadora Bigwig Enterprises, leva o próprio nome da banda, Evanescence EP; e conta com as participações de William Boyd, Matt Outlaw e Rocky Gray.
Este trabalho, que trazia apenas sete faixas, foi lançado na primeira apresentação ao vivo realizada em um bar chamado Vino's, em Little Rock. Todas as cem cópias disponibilizadas para venda esgotaram-se na mesma noite da apresentação. Com a popularidade fortalecida, porém, conhecida apenas regionalmente, a banda produz e lança em agosto do ano seguinte, mais um EP, "Sound Asleep EP", além de "Give unto Me", trás mais cinco faixas. Mas a gravadora produziu apenas cinquenta cópias. A partir deste momento, o Evanescence já contava com músicos para suas apresentações ao vivo; David Hodges, John LeCompt e Rocky Gray. O próximo trabalho já começa a ser preparado.
A gravadora Bigwig Enterprises decide investir nos jovens e talentosos músicos de Little Rock. O repertório foi cuidadosamente montado com treze faixas, entre elas, "My Immortal" e "Imaginary". Origin foi produzido por Brad Caviness e lançado em novembro de 2000 numa edição com 2500 cópias. Além de Ben e Amy, David Hodges, como baterista, tornou-se integrante oficial. Também participaram das gravações William Boyd, Bruce Fitzhugh, Stephanie Pierce e um grupo composto por quatro vozes femininas que fez coral em "Field of Innocence".
Desse modo, a Evanescence, aos poucos, conquistava seu espaço e uma maturidade musical das bandas veteranas. Mas ainda faltava um golpe de sorte que lhes desse a oportunidade de se projetar por toda a América. Isto aconteceu quando o produtor e executivo da gravadora Wind-Up Records, de Nova York, Peter Mathews, conheceu o trabalho da banda em um estúdio de Memphis, Tennessee. Era o detalhe que faltava. Peter apresentou os jovens músicos à gravadora e o contrato foi assinado. Wind-Up e Evanescence trabalharam durante dois anos montando o repertório do primeiro álbum.

Pitty

Pitty, nome artístico de Priscilla Leone,[1](Salvador, 7 de outubro de 1977) é uma premiada cantora brasileira de rock. Já passou por duas bandas antigas, Inkoma e Shes, e em 2003, com nova banda (Pitty), a cantora adotou definitivamente seu nome artístico. Vendeu mais 2 milhões de cópias na carreira, sendo uma das bandas de rock que mais venderam nos anos 2000. Pitty foi eleita a cantora de rock mais sexy e bonita da América Latina e no Brasil, e, ainda a 35º vocalista de rock mais sexy do mundo em 2010.[2]
Nascida na capital baiana, Pitty passou a infância em Porto Seguro, no mesmo estado. Seu pai, músico e dono de bar, tocava bastante as canções do conterrâneo Raul Seixas, e ainda de outros tantos rockeiros dos anos 1960 e 1970, como Beatles, Elvis Presley e Lou Reed. Posteriormente, artistas como AC/DC, Nirvana, Alice in Chains, Metallica, Pantera, Faith No More,The Smiths, Mars Volta, Queens of the Stone Age,The White Stripes, Muse e até a cantora Madonna fizeram parte de suas principais influências.
Cresceu em meio ao cenário de bandas baianas independentes, com as quais participou de rodas de shows em um bar de Salvador. Um dia, entrou na roda cantando "Smells Like Teen Spirit" da banda Nirvana e desde então decidiu investir na área musical, com o apoio do grande nome do cenário underground Rogério Big Brother (dono do selo bigbross records).
Também participou da banda Shes (1997–1999) como baterista. A banda era também formada por Carol Ribeiro (guitarra), Liz Bee (guitarra e vocal) e Lulu (baixo). Pitty participou também da banda Inkoma (1995–2001), iniciando sua carreira como vocalista.
Foi aluna da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia.
Pitty foi procurada pelo produtor musical Rafael Ramos (o mesmo de bandas do mainstream adolescente brasileiro e do cenário independente, como Raimundos e Matanza).
No dia 22 de dezembro de 2010, a cantora casou-se com o baterista Daniel Weksler da banda NX Zero.[3] O casamento foi de forma inusitada, pois ela casou-se de vermelho e em um famoso bar.

Detonautas Roque Clube

Detonautas Roque Clube (conhecida simplesmente por Detonautas) é uma banda brasileira de Rock and roll formada em 1997 no Rio de Janeiro, e que fez muito sucesso no começo dos anos 2000. Influenciados pelo som forte do gênero americano, geralmente as letras de suas canções referem-se a amor, sexo, violência e corrupção, uma preocupação com a cidadania que marca o perfil de luta social e política da banda.
A história dos Detonautas Roque Clube se mistura com o início da febre da Internet no Brasil. Em 1997, Tico Santa Cruz apareceu em uma sala de bate-papo perguntando se alguém ali tocava algum instrumento, Tchello, que também frequentava a sala, respondeu. Tico morava em Copacabana (RJ) e o mineiro Tchello administrava uma pousada em Ilhéus (Bahia).
Após o encontro dos dois precursores no Rio de Janeiro, a banda passou por várias formações, o fato de como a banda foi formada repercutiu no seu nome: Detonautas = detonadores + internautas. Neste mesmo ano, Renato Rocha entrou na formação com a intenção de tocar teclado, mas logo migrou para a guitarra. O início pela Internet virou notícia e no mesmo ano o Detonautas começou a se apresentar. Em 1999 o guitarrista Rodrigo Netto entra para banda, em 2000 o baterista Fábio Brasil, e em 2001 o DJ Cléston.
Graças à insistência principalmente de Tico Santa Cruz e à providencial ajuda de seu amigo, Gabriel, O Pensador, os Detonautas foram conseguindo seu espaço, primeiro nas rádios e depois amadurecendo na estrada, mesclando apresentações em locais de boa estrutura e em outros nem tanto, mas que serviram para dar cancha e experiência. Depois de muita batalha, que incluiu a famosa peregrinação com a demo embaixo do braço, (que incluía canções como "Eu Nunca Mais Vou Sem Cueca Para a Praia", "100 Critério", "Você Vai Pagar", "Terra Estranha" e "Rota da Vida") finalmente a chance: após muitas idas e vindas a Warner Music Brasil contratou a banda.
Em 2002, os Detonautas lançam o seu primeiro álbum, o homônimo Detonautas Roque Clube, canções de destaque como a polemica "Ladrão de Gravata" (uma das músicas com maior conteúdo de revolta contra os políticos corruptos no Brasil), "Ei Peraê!!!", "Que Diferença Faz", "O Bem e o Mal", e embalado com os três hits "Outro Lugar", "Quando O Sol Se For" (a musica mais famosa da banda), e "Olhos Certos", estas três musicas foram um grande sucesso nacional. No mesmo ano a banda abriu dois shows do Red Hot Chili Peppers, o primeiro no Rio de Janeiro para 10.000 pessoas, e o segundo em São Paulo para 50.000 pessoas no estádio do Pacaembu lotado.[1] Em 2003 os Detonautas venceram o premio VMB de banda revelaçao, ainda naquele ano abriram três shows da banda australiana Silverchair.[2]

Skank

Skank é uma banda brasileira de pop rock e ska formada por Samuel Rosa (guitarra e voz), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria), em março de 1991 em Belo Horizonte. A banda já vendeu mais de 5,5 milhões de discos entre CDs e DVDs.[4]
O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte. Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferreti reuniram-se com o objetivo de transportar o clima do dancehall jamaicano para a tradição pop brasileira. O primeiro álbum, Skank, foi lançado de forma independente, em 1993. O destaque da banda na cena underground despertou o interesse da gravadora Sony Music que, junto ao Skank, inaugurou no Brasil o selo Chaos. O segundo disco, Calango, foi lançado em 1994 e vendeu mais de 1 milhão de cópias e músicas como "Jackie Tequila" e "Te Ver" tornaram-se hits cantados por todo o país.
Até 1993, a gente tocou muito em Minas Gerais. Se íamos longe, era para o Espírito Santo ou Goiás. Até sair o Calango, a gente era anônimo fora daqui.
Samuel Rosa[5]
O disco seguinte, "O Samba Poconé" (1996), levou o grupo a se apresentar na França, Estados Unidos, Chile, Argentina, Suíça, Portugal, Espanha, Itália e Alemanha, em shows próprios ou em festivais ao lado de bandas como Echo & The Bunnymen, Black Sabbath e Rage Against The Machine. O single "Garota Nacional" foi sucesso no Brasil e liderou a parada espanhola (na versão original) por três meses. A canção foi o único exemplar da música brasileira a integrar a caixa Soundtrack for a Century, lançada para comemorar os 100 anos da Sony Music. Os discos da banda ganharam edições norte-americanas, italianas, japonesas, francesas e em diversos países ao redor do mundo.
Enquanto "O Samba Poconé" chegava a quase 2 milhões de cópias vendidas no Brasil, o Skank foi convidado a representar o Brasil em "Allez! Ola! Olé!", disco oficial da Copa do Mundo de Futebol de 1998. Nos próximos álbuns, a música da banda passou a equalizar as origens eletrônicas com novas influências psicodélicas e acústicas, reveladas nos álbuns "Siderado" (1998) e "Maquinarama" (2000).
Em Siderado, o grupo trabalhou com John Shaw (UB40) e Paul Ralphs. "Resposta", "Mandrake e Os Cubanos" e "Saideira" se tornaram hits. O álbum foi lançado em julho de 1998, e mixado em Abbey Road, estúdio londrino consagrado pelos Beatles; Daúde e o grupo instrumental Uakti foram os convidados especiais, e o álbum vendeu 750 mil cópias.[6]
Lançado em julho de 2000, Maquinarama teve a produção de Chico Neves e Tom Capone e vendeu 275 mil cópias.[6] Os principais singles deste disco foram "Três Lados", "Balada do Amor Inabalável" e "Canção Noturna". Maquinarama é considerado um divisor de águas na carreira do grupo, que já não mais utilizou metais em suas gravações.[7]
Com os novos trabalhos, vieram mais hits radiofônicos, como "Resposta", "Saideira" e "Balada do Amor Inabalável" – esta com ecos de Sérgio Mendes em clima cyberpunk. O grupo chegou a gravar com Andreas Kisser (Sepultura), Manu Chao, Uakti e Jorge Ben Jor, além de ter sido elogiada por Stewart Copeland pela versão de "Wrapped Around Your Finger", incluída no tributo latino ao The Police, "Outlandos D'America". Em 2001, a banda registrou seus sucessos no CD e DVD "MTV ao Vivo em Ouro Preto" (2001), que vendeu mais de meio milhão de cópias e rendeu a primeira posição nas paradas de sucesso para a balada "Acima do Sol".
O início de 2003 foi investido na preparação de "Cosmotron", álbum que chegou às lojas em agosto daquele ano. Enquanto o primeiro single, a balada psicodélica "Dois Rios", tocava nas rádios do Brasil (e o prêmio de melhor videoclipe pop no MTV Video Music Brasil 2003, o grupo se fez mais um giro internacional, com passagens por Portugal, Inglaterra e Bélgica, além de uma apresentação no palco principal do festival de Roskilde, na Dinamarca, ao lado de grupos como Blur e Cardigans. A turnê do álbum (com cenário de Gringo Cardia a partir de telas de Beatriz Milhazes e oito novas canções no repertório) estreou em agosto de 2004, no Canecão, Rio de Janeiro. Com o novo hit, "Vou Deixar" (melhor videoclipe pop no MTV Video Music Brasil (2004), o Skank viveu uma experiência inédita: através dos novos formatos de comercialização, é o ringtone com o maior número de downloads no país. O álbum atinge a marca de 210 mil cópias vendidas.
Em novembro 2004, a banda lança a sua primeira coletânea de sucessos, "Radiola", com repertório focado nos discos "Maquinarama" (2000) e "Cosmotron" (2003). Além de oito hits remasterizados em Nova Iorque, o álbum trouxe quatro novidades para o público: as inéditas "Um Mais Um" e "Onde Estão?" e ainda duas versões também inéditas, "Vamos Fugir", de Gilberto Gil e Liminha (gravada para a campanha de verão das sandálias Rider) e "I Want You", de Bob Dylan (gravada no final de 1999 para um tributo ao cantor norte-americano que nunca chegou a ser lançado). Revestindo a capa de "Radiola", está o trabalho dos irmãos Rob e Christian Clayton, artistas plásticos americanos, colaboradores das revistas Rolling Stone e Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e diretores de arte do clipe "All Around The World", do Oasis. As imagens do material gráfico da primeira compilação do Skank, "Happy All The Day" e "Long Journey", fazem parte de "Six Foot Eleven", exposição dos Clayton Brothers em parceria com a galeria La Luz de Jesus (Los Angeles). "Radiola" vendeu mais de 210 mil cópias.
Intitulado "Carrossel", o nono álbum do Skank foi gravado no estúdio Máquina, da banda, em Belo Horizonte. Na ocasião, os fãs puderam assistir, ao vivo, a uma parte do processo de criação e produção do álbum. A banda instalou uma câmera exclusiva, que transmitia imagens em tempo real. O disco chegou às lojas pelas mãos da SonyBMG, em agosto de 2006. Produzido por Chico Neves e Carlos Eduardo Miranda e mixado em Nova Iorque, no estúdio Sterling Sound, o disco trouxe 15 faixas inéditas, de Samuel Rosa com Nando Reis, Chico Amaral, César Maurício, Rodrigo F. Leão, Humberto Effe e Arnaldo Antunes, este último inaugurando a parceria com o vocalista do Skank.
O primeiro single, "Uma Canção É Para Isso", foi disponibilizado para audição no site da banda quinze dias antes do lançamento oficial do álbum. A capa do CD saiu com projeto gráfico de Marcus Barão, que usou pinturas surrealistas de Glenn Barr, artista plástico de Detroit. Barão foi responsável pela arte de outros discos do Skank, como "Skank Ao Vivo MTV", "Maquinarama", "Siderado" e "Skank" (disco de estreia da banda).
Na época do lançamento de "Carrossel", o Skank também disponibilizou todo o conteúdo do álbum em um aparelho de telefone celular. Com esta ação, o Skank tornou-se a primeira banda brasileira a fazer esse tipo de ação mobile. O modelo W300 da Sony Ericsson, que vinha com todas as músicas do álbum de 2006, vendeu mais de 75 mil unidades e rendeu para a banda o primeiro Celular de Ouro do Brasil, certificação reconhecida pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).[8]
Dois anos depois do lançamento de "Carrossel", em outubro de 2008, o Skank reaparece com "Estandarte", lançado no mercado com uma forte campanha viral. Enquanto o primeiro single do disco, "Ainda Gosto Dela" – com participação de Negra Li – tocava nas rádios do Brasil, a banda promovia mais uma nova ação, o "Vote no Bis", deixando o público de seus shows escolher as canções que queria ouvir no Bis, através do envio de SMS. Em março de 2009, o Skank anunciou o segundo single' do álbum, "Sutilmente", canção eleita pelos fãs através de votação que a banda promoveu em seu site oficial. A revista Rolling Stone considerou-o um dos 25 melhores álbuns nacionais lançados em 2008 e a música "Chão" uma das 25 melhores canções.[9][10]
Em agosto de 2009, o Skank ganhou o troféu "Iniciativa de Mercado" na 16ª edição do Prêmio Multishow. Na mesma noite, a banda também levou o prêmio de Melhor Clipe por "Ainda Gosto Dela". No Vídeo Music Brasil 2009, o Skank ganhou o prêmio de Melhor Clipe, com a música "Sutilmente" (Samuel Rosa/Nando Reis). Ainda no mesmo ano, o álbum "Estandarte" foi indicado ao Grammy Latino 2009, na categoria "Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro".
No dia 19 de junho de 2010, o Skank gravou, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, o CD, DVD e Blu Ray, "Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão",[4] projeto da banda em parceria com a Sony Music e o canal Multishow. O show recebeu mais de 50 mil pessoas e foi último evento realizado no estádio, antes de seu fechamento para a Copa do Mundo de 2014 e contou com a participação especial da cantora Negra Li, fazendo um dueto com Samuel Rosa na música "Ainda gosto dela". O projeto teve lançamento em outubro de 2010. A turnê teve estreia no dia 1º de outubro, no palco do Vivo Rio, Rio de Janeiro. Nos dias 19 e 20 de novembro, o novo show teve estreia em São Paulo, no Citibank Hall.
Ainda em novembro de 2010, o Skank recebeu o 1º Prêmio de Música Digital, na categoria "Artista Mais Engajado Digitalmente" por ser considerada a banda que mais investiu nesse formato de aproximação com o seu público.
Também naquele ano foi lançada uma versão comemorativa dos 15 anos de Calango com faixas bônus.[11]
Em junho de 2011, o Skank se tornou a primeira banda brasileira a ganhar um Leão de Ouro no Cannes Lions, um importante prêmio de publicidade mundial. O prêmio foi dado ao projeto Skankplay, uma plataforma que possibilita que qualquer pessoa simule uma jam session com o Skank e participe do clipe da música "De Repente". O projeto – criado pelo coletivo DonTryThis, em parceria com o Skank -, foi premiado na categoria "Melhor Uso de Mídia Social".
Em 2011, O Samba Poconé receberá o mesmo tratamento de Calango e será relançado.[12]

Coldplay

Coldplay é uma banda britânica de rock alternativo fundada em 1996 na Inglaterra pelo vocalista principal Chris Martin e o guitarrista Jonny Buckland no University College London.[1] Depois de formar o Pectoralz, Guy Berryman se juntou ao grupo como baixista e eles mudaram o nome para Starfish.[2] Will Champion entrou para tocar bateria, como vocal de apoio e multi-instrumentista, completando assim, o grupo. O empresário Phil Harvey, é muitas vezes considerado o quinto membro não oficial.[3] A banda passou a se chamar "Coldplay" em 1998,[4] antes de gravar e lançar três EPs; Safety em 1998, "Brothers & Sisters" como um single em 1999 e The Blue Room no mesmo ano. Este último foi o primeiro lançamento da banda por uma grande gravadora, depois de assinar contrato com a Parlophone.[5]
Conseguiram fama mundial com o lançamento do single "Yellow" em 2000, seguido por seu álbum de estréia lançado no mesmo ano, Parachutes, que foi indicado para um Mercury Prize. O segundo álbum da banda, A Rush of Blood to the Head (2002) foi lançado com várias críticas positivas e ganhando vários prêmios, inluindo o de Álbum do Ano pela NME, e vem sendo considerado o melhor álbum do Coldplay. O seu lançamento seguinte, X&Y foi inicialmente recebido com opiniões diversificadas da crítica após o seu lançamento em 2005. No entanto, o quarto álbum de estúdio da banda Viva la Vida or Death and All His Friends (2008), foi produzido por Brian Eno e lançado com comentários favoráveis da crítica, ganhando várias indicações e vencendo o Grammy.[6]
A banda já ganhou vários prêmios da indústria musical ao longo de sua carreira, incluindo seis Brit Awards — vencendo o de Melhor Grupo Britanico três vezes, quatro MTV Video Music Awards, e sete Prêmios Grammy de vinte indicações. Como um dos recordistas de vendas de discos, o Coldplay já vendeu mais de 50 milhões de discos em todo o mundo.[7][8]
Em 2011, a banda participou do Rock in rio 2011, que aconteceu no Brasil. A banda foi bem aceita pelo público do evento.
Coldplay vem apoiando ativamente várias causas sociais e políticas, como a campanha Make Trade Fair da Oxfam e Amnesty International. O grupo tem também realizou vários projetos de caridade como Band Aid 20, Live 8, Sound Relief, Hope for Haiti Now: A Global Benefit for Earthquake Relief e o Teenage Cancer Trust.[9]